Museo de la Ciencia – Enrique de Teresa e Rafael Moneo – Valladolid (Espanha)

O edifício do Museu da Ciência em Valladolid (Espanha) projetado pelos arquitetos Enrique de Teresa, Rafael Moneo e colaboradores abriga exposições permanentes e itinerantes de tudo que se relaciona com conhecimento – desde mapas ao funcionamento do cérebro.

Inserido nas margens do Rio Pisuerga, o museu faz uma relação arquitetônica com uma fachada de tijolos aparentes de uma antiga fábrica de farinha, colocando-a na praça sul do museu. Os demais materiais dos novos prédios, por serem de uma tecnológica mais nova e com cores diferentes, mostram bem a relação histórica com essa fachada.


Alem disso, a relação urbana desse museu parece muito interessante: ele propõe conexões através de pontes, cria praças e dá um passeio mais largo para os pedestres. Um museu de ciências colocado a margem de um rio não poderia deixar de tirar partido dessa localização, assim, em uma margem estão os edifícios do museu e atravessando a ponte está um pequeno aquário que conta um pouco a história do Rio Pisuerga, a importância da água e mostra algumas espécies existentes ali. Todavia se trata de um espaço reduzido e a museologia não é muito interessante.



A outra ponte, que pode ser entendida como uma extensão da ponte do Rio Pisuerga, atravessa pelo meio dos edifícios do Museu e, depois, por cima da Avenida de Salamanca, fazendo a conexão para os pedestres que estão do outro lado da rua. As duas praças mais reservadas são ainda mais interessantes por que uma faz com que o visitante tenha vista do Rio e do resto da cidade e a outra da fachada da antiga fábrica. Por serem mais protegidas da avenida, ali se encontra a entrada do Museu e também espaço bastante interessante para as crianças.


Contudo, os espaços internos do museu não são tão interessantes… Existiram alguns problemas quanto à iluminação natural e indireta proposta para sala de exposições que teve que ser fechada com panos pretos e, também, as outras salas de exposições têm localizações esquisitas e, apesar do museu não ser tão grande, o visitante acaba se perdendo um pouco; e não de uma maneira tão agradável. Alem disso a museologia também não chama tanta atenção.

De qualquer maneira, o programa principal do museu está disposto na torre. Ali está a exposição permanente e o planetário, o que parece uma relação um tanto quanto poética, pois quanto mais se sobe mais perto se está das estrelas. Poético também é o costume de alguns visitantes apaixonados de prenderem cadeados com seus nomes na ponte do Rio Pisuerga, tentando deixar para sempre gravado ali a sua presença e, talvez também o seu amor?!


Abaixo mais informação do site oficial do museu:

Desde la Avenida de Salamanca,desde las márgenes, puentes o cauce del Pisuerga, el singular complejo arquitectónico del Museo de la Ciencia, obra de los arquitectos Enrique de Teresa, Rafael Moneo, y colaboradores, nació para ser percibido en movimiento. La fachada de cerámica de la antigua fábrica de harinas de El Palero, la cara de cobre oxidado y vidrio mirándose en el agua, la torre enrejada, la pasarela sobre el río, las plazas, el gran vestíbulo interior, el Planetario, las salas de exposiciones… todo el conjunto arquitectónico respira Ciencia y Arte, y su experiencia se convierte en una sorprendente sucesión de acontecimientos visuales.

En cuanto a la arquitectura exterior tiene especial relevancia la emblemática torre del Museo, conocida y reconocida por todo el público, aunque poca gente sabe lo que realmente hay en su interior: se trata del centro neurálgico del Museo, ya que varias de sus plantas acogen las oficinas de los distintos departamentos. En la última planta se encuentra un restaurante que ha sido galardonado con una estrella Michelín.

El siguiente elemento exterior más singular por su valor histórico y arquitectónico es la fachada de ladrillo caravista rojo (antigua fachada de la fábrica de harinas) existente en la plaza Sur del Museo. Detrás de la misma y en el interior de un edificio de cuatro plantas se encuentra la mayor parte de la exposición permanente del Museo.

Otro elemento muy llamativo por su cubierta de diente de sierra color verde es la sala de exposiciones temporales. Junto a ellla puede verse un cubo realizado en hormigón blanco, que aloja la cúpula de nuestro planetario.

El amplio vestíbulo, al cual se puede acceder desde las plazas Norte y Sur del Museo, conecta todos los elementos anteriores.

El Museo cuenta también con un moderno Auditorio en la plaza septentrional, conectado con el cuerpo central del edificio mediante una estructura elevada que corresponde, en la planta sótano, a la Sala L de exposiciones temporales.

Como último espacio, pero no por ello menos importante, es la Casa del río Pisuerga situado en el otro margen del río y comunicado con el Museo a través de una espectacular pasarela peatonal.

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