Porra Estudante – Porra Arquiteto!

Mais um corajoso estudante, dando a cara a tapa, no Porra Arquiteto!


O MENTECAPTO DA VEZ É O FELIPE CHAVES (PIPIPIPI) DA UNIP-CAMPINAS!!!


PORRA, ESTUDANTE!!!


ACESSIBILIDADE NÃO É SÓ POR RAMPINHA, MANOLO!!! JÁ ANDOU DE CADEIRA-DE-RODAS EM MOSAICO PORTUGUÊS?!?!?! AÍ F-F-FICA F-F-FO-DA PRO CA-CADEIRAN-TE-TE, P-P-PORRA!!!


E PERGOLADO CONECTA, RUBENS?!?! TEM GENTE QUE REPROVOU TFG COM ESSE ARGUMENTO, HEIN???


E PORRA!!! ISSO TUDO A GENTE RELEVA… MAS COMIC SANS NA PRANCHA!?!? COMIC SANS NÃÃÃÃÃO, ESTUDANTE!!!


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Partido

A solução proposta para a implantação de um edifício que funcionasse como um equipamento cultural para o bairro, e pudesse criar uma linguagem a ser utilizada para outros terrenos e situações diversas, atendendo a ideia de modulação, foi de ao invés de criarmos um único edifício que abrangesse todo o programa, criar dois blocos distintos mas que se comunicassem.


A divisão em dois blocos propiciou a formação de uma praça central no terreno, destinada a ser uma área de convívio para os frequentadores dos edifícios e também da população que circula pelo local.


Um dos blocos abriga a biblioteca e o telecentro, e o outro a sala de múltiplo uso e o setor administrativo. Ambos contam com instalação sanitária própria.


Para a localização do bloco da sala múltiplo uso, optou-se pela proximidade com a rua Alvaro Ribeiro de maior fluxo de veículos, para priorizar a rua Jorge Harrat, por esta ser uma rua estreita e que estaria sufocada caso fosse edificado junto às suas calçadas.


Ainda no bloco da biblioteca, o desnível do terreno foi aproveitado de forma a configurar a separação interna dos ambientes, o telecentro estabeleceu-se em um nível mais alto e a biblioteca em um inferior, o que originou um pé-direito mais alto para a biblioteca.


Como a solução estrutural adotada foi a de pilares e vigas de concreto armado, podemos conceber a vedação independente da estrutura, o que nos fez optar pelo vidro em todas as faces, exceto a do bloco da biblioteca que faz fundo com a empena vizinha, e as paredes do setor administrativo que são de alvenaria de vedação. Para as paredes dos banheiros, a escolha foi pelo drywall.


O sistema de brises sobre as faces envidraçadas foi fundamental para criar a linguagem que procurávamos para tornar este projeto versátil na sua implantação em outros terrenos, independente da orientação solar. Esses brises funcionam de forma automatizada e tem o sistema parecido com o de uma persiana, pois podem tanto se recolher no eixo vertical deixando as faces de vidro a mostra, como também podem girar sobre seu eixo horizontal, regulando a insolação recebida no interior do edifício.


Fonte: Porra Arquiteto!

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