Teatro do Morro / Antonio Carlos Barossi

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foto: Thiago Kubo

O arquiteto Antonio Carlos Barossi (do AA – Arquitetos Associados) com Tatiana Tatit Barossi e Daniel Nobre projetaram o Teatro do Morro do Querosene em São Paulo.

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foto: Julia Paccola

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foto: Thiago Kubo

Concluída em 2010, o simpático e muito interessante teatro fica localizado nos fundos de uma antiga casa geminada num bairro residencial tradicional do bairro do Butantã.

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foto: Thiago Kubo

Concebido inicialmente para ensaios da atriz Abigail Tatit o local logo se transformou em um importante espaço para toda a comunidade e diversos tipos de artistas.

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foto: Thiago Kubo

Com um espaço muito flexível, o Teatro do Morro, proporciona aos artistas diversos tipos de apresentações, ensaios dos mais variados e ao espectador uma experiência única.

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foto: Thiago Kubo

“No terreno onde foi construído o teatro havia uma casa que foi parcialmente demolida e parcialmente restaurada. A parte restaurada está voltada para a rua, preservando a relação original entre a construção e o espaço público. Ou seja, duas casas geminadas, garagem no térreo, terraço acima da garagem e acesso lateral pelo recuo. Essas casas têm característica comum, uma frente estreita de cinco metros e uma abertura nos fundos, que foi o que permitiu a construção do espaço do teatro justamente onde o terreno é mais largo.
O bloco frontal abriga a parte administrativa do teatro, com depósitos, oficina, banheiros, escritório e um mezanino que pode ser usado como um eventual dormitório. O pátio, entre o bloco administrativo e o teatro, funciona como foyer de acesso e pode ser usado como espaço destinado a eventuais apresentações.
O teatro é um espaço livre, com pé-direito duplo e dois pavimentos. O palco, espaço central, é circundado pela plateia tanto no térreo como no pavimento superior em balcões laterais. Uma arquibancada móvel pode dar ao teatro uma conformação mais convencional, tipo palco italiano.
Duas treliças metálicas são a estrutura principal da cobertura do teatro. Como sheds, um voltado ao sul e outro ao norte, vencem o vão e apoiam-se nas paredes de divisa feitas de bloco de concreto estrutural. Além disso, elas penduras uma malha também em estrutura metálica que é usada como suporte das instalações elétricas (som, iluminação e projeção). As terças estão apoiadas nessa malha e sobre elas, as telhas, duas águas na porção
central da cobertura e outras duas, nas extremidades. As águas das extremidades são encaminhadas às duas lajes que funcionam como receptáculos das águas pluviais”.

Texto retirado do livro: “Antonio Carlos Barossi” – Ed. Hedra – Carlos Ferrata e Cesar Shundi Iwamizu. Apresentado no Curso Arquitetura Paulistana da Escola da Cidade (Organizado por Marco Artigas).

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foto: Julia Paccola

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