Centro de Interpretação da Batalha de Atoleiros / Gonçalo Byrne Arquitectos + Oficina Ideias em Linha

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Localização: Fronteira, Portugal
Datas: 2007-2010
Arquitetura: Gonçalo Byrne Arquitectos + José Laranjeira (Oficina Ideias em linha – Arquitectura e Design, Lda.)
Colaboradores: Ana Abrantes, Doriana Reino, Miguel Silva
Estrutura: Eng.º Miguel Villar e Eng.ª Dina Martins
Área de Construção: 935,00 m²
Valor da Obra: 870.000,00 €
Fotografia: FG + SG

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O escritório português foi selecionado para projetar o Centro de Interpretação da Batalha de Atoleiros em Fronteira, Portugal.
Esse edifício simboliza a batalha que ocorreu em 06 de abril de 1384 com a disputa entre a cavalaria do reino de Portugal, liderados por D. Nuno Álvares Pereira, e a cavalaria castelhana de Castela, na atual região de Alentejo.

Veja mais na descrição do projeto pelos arquitetos:

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Dada a impossibilidade de construir o Centro de Interpretação no próprio local, deliberou a Câmara Municipal de Fronteira a sua construção no centro da Vila, num local com grande visibilidade e inserido num parque urbano que simula / invoca o campo de batalha.

No decurso da visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Atoleiros – Fronteira, os visitantes irão experimentar diferentes perspectivas visuais sobre o campo de Batalha, mas também sobre a história, através dos seus protagonistas e autores, levadas pela mão do pintor Martins Barata, autor do fresco que invoca a batalha, instalado na sala de audiências do Tribunal de Fronteira, vizinho do Centro de Interpretação.

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No seu interior, é constituído pelos três grandes núcleos expositivos e pelos espaços de apoio, como sejam a recepção / bilheteira, as instalações sanitárias, uma área de apoio com serviço automático de bar e bengaleiro.

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A massa construída do edifício remete para um imaginário da construção de taipa tradicional, recorrendo a uma textura rugosa, conseguida com a utilização de betão colorido, com várias texturas, num sentido manual próximo da mão humana. A textura é reforçada com a interposição de linhas de lajes de xisto colocadas na junta horizontal.

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Um banco de grande dimensão, no final do circuito expositivo, apresenta o Parque urbano em toda a sua dimensão, ensaiando um outro discurso expositivo, este feito de elementos vegetais e inertes, numa dimensão escultórica que simula as planícies e remete a imaginação para a Batalha de Atoleiros.

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